Beira (a jornaliera) registra corpos em uma gruta e descreve suas poses e supostas histórias. No meio dos mortos, ela vê duas vivas mulheres que lêem um corpo de uma criança mensageira. Em seus pés, linhas descrevem o acontecido com a humanidade: homens que perdem suas histórias, mulheres que vivem ao encontrá-las. O mundo vive na ponta de seus dedos.
* texto à partir das improvisações da aula do Joaquim dia 20/06.
Há 17 anos
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