quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Nós, os loucos

“É para o outro mundo que parte o louco em sua barca louca; é do outro mundo que ele chega quando desembarca. (...) E a terra à qual aportará não é conhecida, assim como não se sabe, quando desembarca, de que terra vem. Sua única verdade e sua pátria são essa extensão estéril entre duas terras que não lhe podem pertencer.”

(FOUCAULT, Michel. A História da Loucura na Idade Clássica. São
Paulo: Perspectiva, 1997.)

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