terça-feira, 27 de maio de 2008

Edição de momentos de aulas, laboratórios, estudos.

por Kenia Dias

Estudo individual:
Fita métrica, medidas, comparação, peso e medida;
A que tudo registra;
Frutas dadas e comidas;
Gueto na escada com a porta que se abre para a rua, para o barulho, para o mundo. Bom tratamento de luz.
Homem misteriosos com capuz no rosto;
Saco plástico de curiosidades, gabinete de curiosidades ambulante, catadora de sonhos e de detalhes;
Sacos com peixinhos pendurados;
Homem da cadeira de rodas;
Conversa no banheiro;
Urucum a la pistache;
Lista de profissões, ocupações;
Nomes de ruas, esquinas, viadutos;
Nota de rodapé;
Apagar as linhas do chão, do rosto, linha da memória. EScrevaer essas linhas.
Línguas diferentes;
Canto;
Plantar objetos e regá-los.
Luz trêmula;
Sabores;
Pião que roda;
Mapa-corpo: maquiagem, escritura, rabisco. O corpo é o pergaminho.
Luz e sombra;
Tripulação! Peguem as cordas! Abra caminho! Soprem! Soprem! Soprem! Você gosta de viajar? Pra prancha!!!
Quer contar uma história?Não tenha medo daquilo que não está previsto. Estamos aqui porque temos que estar.
Resolveu?
Êta vida besta!

Estudo coletivo já realizado:
1. Feira;
2. Tempestade;
3. Suicídio;
4. Naufrágio;
5. Carnaval: movimento espacial e físico e os contrastes com a máscara facial.
6. Estudo de pedaços de textos do diário a partir de laboratórios sobre as qualidades do movimento.
7. Jogo do bastão;
8. Jogo do riso;
9. Sons que ocupam a sala a partir do G, M, L. Esse estudo vale a pena recuperar.
10. Rodas e mais rodas de ritmos e danças;
11. Homem bicho.

Algumas das muitas imagens:
1. Roupas no varal;
2. Selos;
3. Internet com a digitação do texto aparecendo em lugares diferenciados no espaço.
4. Imagem refletida;
5. Recados dados pelo rádio. Isso envolve espera, expectativa se o recado vai chegar, ou se deu tempo de ligar o rádio para ouvir (Wandi).
6. Grafiteiro;
7. Corda bamba;
8. Antípodas;
9. Portas e janelas móveis.
10. Não há fixação, mas mobilidade de luz e objetos de cenas que se transformam de acordo com a necessidade da cena.
11. Os corpos como pergaminhos, como espaços de memórias, invenções, como espaços tmb de anulação.
12. Cordas que atravessam o espaço de cena.

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