por Thiago Prata
Imaginário Renascimento – Contextos e Problemas
Georgoni à primeia pintura em que jogasse primeiro a tinta na tela. Antes fazia primeiro o contorno do desenho. Há uma separação entre personagem. O personagem não se relaciona com o mundo. Já em da Vinci seus personagens relacionam com o mundo que o cerca. Em monalisa, há um fundo da natureza com água, fumaça, etc, que o seu sorriso é uma relação com seu interior. Há uma grande relação de individuo com o que o circunda. Interação com o tempo e com o espaço. Igreja de Santa Maria Novelle (nova)
Comparação entre partes, entre seres. Século XV – vários renascimento. Filosofia século XVI o estudo normal estuda o renascimento fuorentino. Descoberta da razão. A idade média mundo das trevas.
Base do imaginário renascentista. Astrologia, alquimia, magia. Não se alimenta apenas da descoberta da razão.
Séc XIII, São Tomas de Aquino – Pensamento: Todo filho vai em direção ao pai. Referência bíblica. A pedra cai porque o pai da pedra é a Terra. O fogo sobe porque o pai fogo é o céu, etc.
Círculo é forma da perfeição de Deus. O filme Em nome da Rosa de Humberto Eco.
Idéia inicial. Abertura para estudo da natureza.
Ptolomeu base para astrologia, cartografia.
Ecletismo do saber, frescor do olhar para o saber. “ Só passamos a ver as montanhas da Itália depois que alguém as pintou. A arte como importância de revelar o mundo.
O renascimento surge em Florença, ligado ao comércio. A necessidade do conhecimento para novas conquistas.
História da universidade é ligada a história da cidade (surgimento século XII). O renascimento é o olhar para o horizonte, dando a idéia do infinito. Daí a saída para navegações.
Georgoni à primeia pintura em que jogasse primeiro a tinta na tela. Antes fazia primeiro o contorno do desenho. Há uma separação entre personagem. O personagem não se relaciona com o mundo. Já em da Vinci seus personagens relacionam com o mundo que o cerca. Em monalisa, há um fundo da natureza com água, fumaça, etc, que o seu sorriso é uma relação com seu interior. Há uma grande relação de individuo com o que o circunda. Interação com o tempo e com o espaço. Igreja de Santa Maria Novelle (nova)
Comparação entre partes, entre seres. Século XV – vários renascimento. Filosofia século XVI o estudo normal estuda o renascimento fuorentino. Descoberta da razão. A idade média mundo das trevas.
Base do imaginário renascentista. Astrologia, alquimia, magia. Não se alimenta apenas da descoberta da razão.
Séc XIII, São Tomas de Aquino – Pensamento: Todo filho vai em direção ao pai. Referência bíblica. A pedra cai porque o pai da pedra é a Terra. O fogo sobe porque o pai fogo é o céu, etc.
Círculo é forma da perfeição de Deus. O filme Em nome da Rosa de Humberto Eco.
Idéia inicial. Abertura para estudo da natureza.
Ptolomeu base para astrologia, cartografia.
Ecletismo do saber, frescor do olhar para o saber. “ Só passamos a ver as montanhas da Itália depois que alguém as pintou. A arte como importância de revelar o mundo.
O renascimento surge em Florença, ligado ao comércio. A necessidade do conhecimento para novas conquistas.
História da universidade é ligada a história da cidade (surgimento século XII). O renascimento é o olhar para o horizonte, dando a idéia do infinito. Daí a saída para navegações.

Expansão à comércio
Encontro com os diferentes para descobrir
Hoje encontra-se “somente” com os semelhantes: Boates, igrejas, shopping. O renascimento não é só uma releitura do clássico. Mas buscar outras fontes.
Momus – Rei momo (origem) carnaval
No final do livro referência ao “medo” de expressar suas visões no mapa pois aquilo vai ser referência em outras partes do mundo. O mapa é a referência dele mesmo, suas visões do mundo.
Reforma protestante por Lutero (1484)?
A igreja era tolerante, somente após a reforma, o momento da contra-reforma católica que criará uma tensão. O conflito é superficial (do Fra Mauro entre religião e cartografia). O conflito maior de fra Mauro é como representar as informações. O que nós temos a dizer a partir do Fra Mauro do mundo hoje? (toda montagem do Galpão começa assim)
Fusão de horizontes à proposta renascentista. A vida intelectual era na Igreja (quem era intelectual era ou tinha que ir para a igreja) Qualquer um nesta época que desejasse pesquisar, estudar faria a opção da reclusão. Não tinha acesso a bibliografia, se não fosse da igreja. No século XVI abre-se um pouco talvez referência. Período de liberdade à erótico à Eros à sedução (não fechar para visual sexual)

“A liberdade em detrimento da segurança”.
A relação com o outro à a liberdade não era egoísta. O conceito de liberdade não era fazer o que se queria. Não era exclusão ao outro como hoje. Relação com o mundo
Globalização à mundo de informações
A figura de Fausto à curioso era proibida antes do renascimento e volta a ser depois da reforma. Era visto como vicio
Fra Mauro parte do especifico para o geral. Desenho é fonte de saber.
1º à é preciso desenhar para saber
2º à curiosidade
3º à Não há separação entre o natural e sobrenatural, razão e intuição.
Compreensão das várias culturas. O mapa não é só a descrição física do mundo. Descreve o imaginário.

O Ariel de Shakespeare – Realidade contemporânea à imaginário renascentista. A possibilidade de estar em vários pontos. Magia à operação interna de fantasmas, a maneira pela qual esses fantasmas aparecem. Capacidade de operar o mundo moderno com a tecnologia travou a capacidade de operar nossos fantasmas, nossos sonhos, nossas fantasias.
Perdemos a capacidade de criar imagens, operar-nos, por isso vamos ao psicólogo, terapeuta, etc
O Eros – Aristóteles
Relação corpo e alma – Cria no imaginário, não desenha de imediato. Quando tem pronto na mente, dai desenha. (ref. Cap21 à Agora estou pronto.
Não amamos algo. Amamos o que imaginamos do algo. O imaginário. Não há separação entre realidade e imaginário. Conceito dado hoje a esquizofrenia. Na esquizofrenia são os fantasmas que operam o ser. Fra Mauro opera os fantasmas. Ele imagina o local, com os relatos, constrói imagens através das palavras. O controle desses fantasmas, operar consciente traz a realização do trabalho. O homem não se vê individualizado. O universo e eu. O corpo e alma. A referência física no mapa não tinha grandes finalidades nessa época. Ele desenha o espelho do mundo em si.
Idéia à desenhar rostos com seus fantasmas (o que eu vejo na sua alma);
Tradução do mundo real em linguagem imagética, imaginária. Desenhar é compreender.
Conflito com o mundo de imagens e o mundo real.
Fra Mauro à está procurando captar o estado de espírito de quem narra. Mais do que o próprio relato. Ele tem fé (vinculo) no relato. Mesmo que ele desconfie ele se permite embarcar. A cartografia inicial – esta do Fra Mauro (séc XV) – tem característica humana, com base na fantasia. Só quando a cartografia abandona esta visão (aproximadamente séc. XVII) que passa a ser uma ciência exata.
Quanto ao processo, metodologia tende ao retornar as imagens. O novo paradigma do mundo tende a Biologia. É muito mais aberta. Os genomas. As pesquisas gerais hoje são biológicas.
Paradigma atual é baseado na Física (física quântica – física moderna). As fronteiras estão sendo diluídas tão como no renascimento. A nação do um. Um todo formar o ser único. Universo.
Integração à uma ciência não se explica mais por ela só. É necessária outras ciências. Transpor conhecimento – Século XXI é mais técnico.
Cenário limpo possibilita mais sonhos, imagens
Quem está numa mansão tem imagens prontas.
“Meus pensamentos quando vinha para o galpão. Os artistas estão virando técnicos e técnicos artistas”.
Produzimos imagens mas há uma mistura grande. Não há fronteiras entre áreas (menos fronteiras). Pensamos muito por dedução. No renascimento pensava-se muito por comparação.
A expressão ao imaginário, aos fantasmas interiores provocam monstros
Década de 60 à abertura ao pluralismo do renascimento
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